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By José Ribeiro Ferreira

ISBN-10: 9899607835

ISBN-13: 9789899607835

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30 E sempre o aqui nos encontra No partir e no sonho... No dobrar da curva Sempre o vazio e o desejo À espera de outra curva. Nos barcos por esse mar azul... Dobram os barcos as rochas da falésia. E em roda volitam as gaivotas Ou planam no azul distante. E os olhos partem, sôfregos de lonjura. Nos barcos por esse mar azul... Que rotas e acasos levam os barcos? Que longes os chamam e que apelos? Verão no regresso o aceno das gaivotas? 31 Gaivotas do céu de Lagos 1 Nos céus de Lagos planam as gaivotas A adiar a partida dia a dia sem cessar.

Arrojo desfia Tudo desafia. O corpo parado Concentra infinito, No mar agitado. Longe em longe um grito, Mais nada se nota. Planar da gaivota. 47 Asas Tinha as asas encantadas Dos sonhos da vida inteira. E tenho-as hoje cortadas, Já nem alcanço a ladeira. As asas me conduziam Por terras, tempos, distância. Memória e vida traziam, Contornos densos de infância. Palavras, sons me diziam Essas asas do meu sonho. Hoje apenas denunciam Viver amargo, bisonho. 49 Eram belas essas asas, Planar branco de gaivotas.

Sebastião aos transeuntes — Os raros que por ali passam e o olham. Pensa de certo como suster elmo tão pesado. Gil Eanes recolhe à sombra das muralhas. E D. Henrique sente a calma e o sossego De olhar o mar e a distância irresistível. 59 As gaivotas alimentam a memória de figuras E a voz das ondas é mais forte e sedutora. Chamares de sereias e de longes sem recusa. 61 O vento de Lagos Deitou-se a tarde na múrmura sombra das ondas, E as gaivotas de Lagos, nítidas, nos céus recortadas. Que lugares invisíveis, que cidades nos constroem Os seus voos de arquitectura controlada, desenhada?

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